domingo, 10 de fevereiro de 2013

Dirty Talk (parte 3)


Além de me martirizar por deixar Joseph ir embora, eu ainda tive que lidar com milhões de cartas, ligações e protestos. É isso mesmo. Protestos na frente do prédio. Tudo porque deixei o Joseph se demitir, sendo que a decisão estava praticamente em minhas mãos. 
O que aconteceu foi que o Taylor não cortou a maldita filmagem e o estado inteiro viu a minha declaração ‘Não ligo para você, só para o seu quadro que traz audiência’. E se você acha que eu fiquei puta com isso, se espante. Não me importei nada. Afinal, tinha coisa maior para me preocupar e isso envolvia trazer o meu comentarista de volta. Para mim e não para emissora. Eu precisava acertar essa conta com Joseph, afinal, a fujona fui eu, a idiota que não teve coragem de falar a verdade sobre meus sentimentos. Destruí tudo e precisava recuperar o tempo perdido. 
Ouvi batidas na minha porta e antes que eu pudesse responder, Sel adentrou o local, com um sorriso no rosto.


S., tenho uma nova ideia para um quadro!
- Para colocar no lugar do Joseph? – eu perguntei triste.
- Sim, para substituir The Ugly Truth. Você precisa esquecer esse homem, minha amiga.
- Eu não consigo, Selene! Ainda mais quando eu joguei tudo aos ares, como lixo.
- Eu não sei mais o que dizer para você, S.. – ela se sentou na cadeira à minha frente e cruzou os braços – Se não consegue pelo dia inteiro, tente pelo menos agora e ouça a minha proposta.
- Ok, Sel. Pode falar. – eu larguei meus afazeres no notebook e olhei diretamente para minha amiga.
- Eu pensei num contra-ataque feminino. – ele abriu um sorriso – Imagina isso! Uma resposta das mulheres para tudo que foi dito anteriormente no quadro do Joseph.
- Você disse que ia me fazer esquecer... – eu comentei, com tom de brincadeira e quando me dei conta de quanto aquela ideia era perfeita, eu arregalei os olhos e levantei de repente. – É isso, Sel!
- Você gostou? – ele perguntou com os olhos brilhantes de excitação.
- Você me deu o jeito de acabar com esses protestos e reclamações! – comecei a andar agitada pelo escritório - E o melhor: uma maneira de conquistar as desculpas do Joe.
- Hein? – Sel fez cara de interrogação.
Sel, você não precisa entender agora, você verá! Só preciso saber de algo: Joseph já acertou as contas com a emissora?
- Não, ele vem fazer isso hoje.
- Você me faz um favor?

Joseph’s POV

Tinha acabado de chegar à emissora para assinar meus papéis de demissão. Por um momento, eu pensei em voltar atrás e não levar a situação ao extremo. Mas depois do que eu disse na televisão sobre S., acho que não tinha mais como trabalhar com aquele clima ruim e com meu sentimento não correspondido. Já estava aqui, iria até o fim. Subi o elevador, para o andar do diretor, que era o mesmo da ex-produtora. A porta se abriu e eu saí, caminhando pelo longo corredor. Quando estava alcançando a porta, ouvi alguém me chamando. Virei e vi Selene. Sorri e ela correspondeu.
Joseph, o diretor não está na sala dele. Está no estúdio.
- No estúdio? – ela balançou a cabeça em afirmação – Sem problemas, eu espero aqui na recepção.
- Não, não. Acho que ele quer mesmo falar contigo, mas está muito ocupado lá. Melhor você ir atrás dele.
- Certo, então... – ela assentiu e eu saí andando atrás dela - Já procuraram alguém para me substituir? Ou perceberam que eu sou insubstituível? – sorri irônico.
- Por que você não pergunta para Savanna? – ela me lançou um olhar superior.
- Eu não tenho nada para falar com ela, Selene. Só se ela quiser sexo casual, isso eu não posso negar a ninguém. – a mulher ao meu lado balançou a cabeça em sinal de negação e logo chegamos ao estúdio.
- Você não quer falar, mas acho que Savanna tem muito a conversar. – eu olhei para o foco das câmeras e lá estava ela, sentada no meu local de costume e esperando que o programa começasse. O comercial acabou e botaram a chamada do The Ugly Truth. Interessei-me e me aproximei da televisão que passava o script. Não tinha nada, estava vazio. O que Savanna pretendia? Não pensei muito até que a voz feminina ecoou.

“Olá! Vocês não me conheciam até ontem, eu sou Savanna, a tão falada produtora que deixou Joseph Jonas em pedaços. Eu mesma me tornei em pedaços, então não é muito difícil fazer isso com os outros. Eu vim contar o meu lado da história. E a verdade pela visão feminina. Quem sabe desse jeito, vocês me entendam. Vocês e o nosso comentarista. Bom, como o quadro preza pela pura sinceridade, assumo que tudo que foi dito sobre mim é a verdade nua e crua. Eu, como uma mulher orgulhosa e tola, custava a não querer enxergar a atração desmedida que eu sentia por Joseph.”

Preciso dizer que tinha ficado surpreso com a declaração inicial dela. Dizendo sem rodeio nenhum e para todos ouvirem, que sentia atração por mim. Isso era um bom sinal. Um ótimo sinal. Eu estava gostando daquilo. Vamos ver o que mais sairia daquela boca que eu estava louco para beijar novamente. 

“Estava cega, acreditando num homem que só existe na minha imaginação. Pois é, sempre preferi os príncipes encantados. Aquele tipo de homem que abre a porta para você entrar, que deita no chão para você não passar por cima de uma poça. Ele ouve os seus monólogos sem reclamar e ainda opina e te dá ótimos conselhos. 
O cara é sincero, nunca trai, nunca omite, nunca mente. Eu preciso dizer que eu tinha esperanças de encontrar esse tal estereótipo. Mas isso é um passado que eu quero esquecer. Porque, minhas amigas, esse homem não existe! Nem nos contos de fadas. Sonho de toda menina, realidade de pouquíssimas mulheres. Ou quase nenhuma.”

Estava com meu olhar fixo na mulher que discursava sobre o homem perfeito que caiu no seu conceito. Ela tinha aprendido e estava externalizando tudo aquilo que levei meses para botar na cabeça dela. Savanna falava divertida e parecia muito confortável na frente das câmeras. Várias vezes, nossos olhares se cruzaram e pude ver que ela sorria entre suas falas. Mesmo relutante, eu não podia evitar que um sorriso se formasse no meu rosto em resposta.

“O homem ideal abandonou o posto do bonzinho e engomadinho. O cara de hoje é o canalha, o cafajeste, o garanhão. Aquele que te leva do paraíso ao inferno em minutos. Você hesita em apresentar para suas amigas e para sua mãe, mas não consegue parar de pensar nas coisas pervertidas que ele diz e nas maravilhosas sensações que ele te apresenta. A sua fisionomia envolve uma barba por fazer, que você adora quando passa suavemente por sua pele. Nada de cabelo bem penteado e com gel para fixar. Nem roupas finas demais. Ele se veste à sua maneira e você continuará achando que ele é o homem mais sexy do mundo. Ele sabe onde deve te tocar para levar à loucura, sabe seus pensamentos mais proibidos.”

Apenas ouvia a descrição que S. fazia e ficava excitado apenas com seus olhares insinuantes, me mostrando que era de mim que ela falava. Claro que eu já sabia disso, mas ouvir tudo vindo dela era ainda melhor. Só que eu preferiria que fosse ao pé do meu ouvido. Espero conseguir isso mais tarde. 

“Nada irrita e atrai tanto as mulheres como um homem cheio de certezas que se acha o dono da verdade. Por um lado, ele pode ser orgulhoso, um completo imbecil autocentrado, grosso e pervertido. Por outro, é o cara seguro que sabe exatamente o terreno que está andando e diz aquilo que a gente paga para ser verdade. Esse tipo de homem existe numa escala de milhões. Você vai conhecê-lo. E por mais que não queira, vai se apaixonar.
Esse homem é real e te aceita do jeito que você é... Mesmo se você for uma louca neurótica que deseja controlar o mundo. Mesmo se você encarna uma criança medrosa e resolve fugir de um amor que poderia dar certo, só porque ele não se encaixaria em seus padrões. Que tipo de idiota eu sou, não é mesmo? Hoje, o amor não chega em forma de cavalo branco, carruagem e sapatinho de cristal. Atualmente o amor começa com ‘eu te desprezo, mas estou louca para cair nos seus braços e ser sua para sempre’. É um tipo de amor bipolar, esse que eu sinto. Mas é verdadeiro. E quando existe verdade, quem poderá contestar?”

Acho que aquelas últimas frases foram suficientes para me fazer mudar de ideia. Não sobre a demissão, mas sobre Savanna. Ela tinha me surpreendido. Agora, ela assumia para todos que me amava. Savanna me amava.
Sorri uma última vez para ela e me virei indo embora.

/Joseph’s POV

Finalizei a minha declaração, sendo aclamada por palmas de todos no set. Levantei da cadeira e olhei ao redor, procurando por aquele rosto que eu precisava tanto tocar. Joseph não estava mais lá. Não encontrei seu sorriso satisfeito, nem sua feição cheia de si por tudo que eu tinha dito sobre ele. Perguntei-me se as coisas que eu soltei não foram o suficiente para amolecer seu coração e trazê-lo de volta para mim. Se é que um dia ele foi meu. Saí do estúdio e rumei para meu escritório, a fim de organizar as últimas coisas do quadro, que infelizmente seria cancelado. Não teria visão feminina, nem masculina. Abri a porta, cabisbaixa e quando levantei meu olhar, Joseph estava sentado na minha cadeira giratória, me olhando com uma expressão que eu não pude decifrar, até que ele começou a falar. Sorri inconscientemente.
- Pensou que eu iria embora? – ele disse, com uma sobrancelha arqueada.
- Achei que não tinha sido o suficiente me declarar ao vivo para você. Confesso que já estava desolada. – sorri de canto, parada em pé no meio da minha sala.
- Parece que chegamos a um ponto importante disso tudo. Você falando a verdade, sem pensar duas vezes.
- Não tenho mais nada a esconder, Joe. – comecei a andar, dando a volta na minha mesa e fechando lentamente as persianas. Joseph me acompanhava com o seu olhar de sempre, insinuante e ferino. – Aprendi a dizer a verdade com o melhor instrutor. Como poderia mentir?
- Então, tudo era sobre eu e você. – ele se levantou e veio andando na minha direção.
- Tudo. – falei baixo, quase sussurrando, enquanto Joseph encostava mais nossos corpos.
- Eu acredito, S.. Mas eu tenho uma dúvida. – ele me puxou bruscamente contra seu corpo másculo, grudando nossos troncos e rostos. – Eu não sei onde devo te tocar para te levar à loucura. – Joseph falou irônico.
- Acho que você pode descobrir agora. – eu sussurrei levemente contra a sua boca e pude ver um sorriso se formando na face dele.
- Será um prazer. – ele respondeu e finalmente, juntou nossos lábios. O beijo se iniciou rápido, voraz, mostrando o desejo que sentíamos.


Joseph passava suas mãos por todo o meu corpo, mas o seu ponto de concentração era nas minhas nádegas e nuca. Eu puxava seu cabelo com força à medida que ele apertava minhas coxas. Desci uma das minhas mãos até a barra de sua camisa e comecei a puxá-la. Fui andando para trás, parando o beijo que nos deixou ofegantes e encontrei a minha enorme mesa de carvalho. Peguei impulso e me sentei, sem desgrudar do corpo quente dele. Joseph espalmou sua mão na minha perna e puxou para cima, fazendo com que nossas intimidades ficassem próximas. Desci minha boca para seu pescoço e comecei a dar mordidas, acompanhadas de arranhões nas costas já nuas de Joseph.
Percebi que as mãos deles não estavam apenas me acariciando, mas também arrancando as minhas roupas com pressa. Quando estava somente com minhas peças íntimas, Joseph se afastou e começou a tirar suas últimas roupas também. Eu nunca tinha ficado excitada em apenas ver um homem se despindo, mas parecia que Joseph conseguia transpor todas as minhas barreiras. Ficando apenas de cueca, ele voltou a me beijar, descendo sua boca pelo meu pescoço e parando entre meus seios. Puxou as alças para baixo e começou a beijar e lamber meu mamilo fazendo movimentos circulares com sua língua, enquanto segurava o outro e apertava levemente. No mesmo instante, eu enlacei seu corpo, colocando minhas pernas em volta do seu quadril e senti o seu volume me tocar, inflando ainda mais de desejo e sentindo o calor da pele de Joseph sob minhas mãos. Havia um magnetismo que não me deixava tirar os olhos dele e enquanto ele terminava de tirar minha calcinha, manteve seu olhar fixo ao meu. Com meus pés, empurrei sem dificuldade sua última peça também. O modo como ele beijava meus seios e apertava minhas nádegas simultaneamente, provocou uma deliciosa sensação no meu ventre que se espalhou por todo o corpo. Estávamos nus, prontos para iniciar aquilo que tanto esperamos por meses, mas parecia que correr as mãos e bocas pelo corpo um do outro estava um tanto interessante. Eu desci minhas mãos para o traseiro de Joseph e apertei com força, o fazendo rir em meio a alguns gemidos baixos.


- Tem certeza que a porta está fechada? – ele perguntou, em forma de sussurro, enquanto beijava meu colo e passava as mãos provocantes no interior de minhas coxas.
- Se eu não estou ligando, porque você ligaria? – eu respondi com um sorriso de canto e olhava diretamente para seu corpo nu, mordendo o meu lábio inferior.
- Estou gostando dessa Savanna perversa que você está me mostrando. – ele puxou meu pescoço e espalhou beijos e mordidas por ali.
- Só precisava da pessoa certa para me soltar. – disse entre dentes e suspiros baixos – Eu acho que você está falando demais. Converse menos e me mostre onde mereço ser tocada.
- Já comentei que adoro mulheres que mandam? – eu sorri safada e sem que eu pudesse esperar, Joseph deslizou seus dedos por minha coxa e tocou no ponto exato onde eu ansiava. Joguei minhas mãos e a cabeça para trás, derrubando vários itens ainda permaneciam em cima da minha mesa. Aquele toque que me excitou já não era o suficiente para acalmar meu desejo insano por me entregar para Joseph. Ele entendeu meu protesto silencioso e deslizou dois dedos dentro de mim. Cravei minhas unhas nas costas largas e másculas do meu comentarista. Movi minhas mãos das suas costas e fui passando pelo seu abdome definido até chegar às proximidades de seu membro firme. Fechei meus dedos ao redor da sua ereção e ele pareceu entender o meu recado mudo sobre o quanto eu queria seu corpo completando o meu. Ele sorriu e me inclinou devagar sobre a mesa. Puxei seus ombros para que Joseph caísse sobre mim e sem pressa alguma, ele começou a me penetrar. Fazia movimentos lentos até que ficou imóvel. Eu gostava da sensação de completude, de sentir Joseph me aquecendo por dentro. Tentei me deslocar para ainda mais perto dele. Era maravilhoso, mas eu sabia que poderia ficar melhor. Comecei a me movimentar contra ele, mas Joseph não correspondia.


- É tão bom te fazer sofrer dessa maneira, minha S.. – ele me beijou e sorriu irônico.
- Oh, pare com isso. Eu preciso de você. Eu preciso de mais. – eu disse suplicante.
- Acho que você merece isso por ser tão má comigo. – mexeu nos meus cabelos, mantendo sua face sarcástica.
- Má? Olhe só o que estamos fazendo... – eu disse sussurrando e me movimentando lentamente na medida em que eu conseguia, pela posição na qual estávamos – Como poderia ser tão boa com você?
- Boa? – ele varreu os olhos pelo meu corpo por inteiro e me olhou profundamente – Você é simplesmente deliciosa.


Eu sorri com o elogio e então, Joseph se moveu contra meu corpo e eu apertei ainda mais minhas pernas ao seu redor. Não demorou muito para que eu já estivesse no mesmo ritmo que ele. Estava ofegante e podia ouvir sussurros suaves contra a pele do meu pescoço, vindo de Joseph. Os movimentos dele eram impetuosos e cada vez que ele saía de mim e se encaixava novamente, eu sentia que estava alcançando a perfeição da minha vida sexual. Nossos corpos se moviam com muita sincronia e quando eu comecei a sentir arrepios devastadores e minhas pernas bambas, pensei que aquele era meu fim. Joseph me tornaria a sua escrava. Assim como ele seria o meu, pois no mesmo momento em que eu explodi em prazer, senti Joseph alcançando seu ápice dentro de mim, respirando com dificuldade, até que se acalmou e pousou sua testa em meu ombro. Nossos corpos suados e ainda embriagados de prazer permaneceram colados enquanto nossas respirações se normalizavam. Joseph se afastou lentamente, ouvindo alguns resmungos meus e se pôs de pé, colocando sua cueca. Eu puxei sua camisa que estava jogada na ponta da mesa e vesti. Joseph sentou na minha cadeira executiva e me chamou para sentar ao seu colo. Sorri com a ideia e fui para seu encontro, encostando meu corpo ao dele, sentindo um afago no meu braço. Ele riu e eu me virei, olhando nos seus olhos e fazendo cara de interrogação.


- Sabe o melhor disso tudo? Você se entregando para mim em plena emissora e no seu escritório. – ele sorriu e eu acompanhei. – Um dos meus fetiches mais descontrolados por você. Só que eu pensei que nunca sairia de minha imaginação. Por causa da sua obsessão por coisas profissionais. 
- Não foi você que me ensinou a parar de ser assim? – eu pisquei para ele.
- Realmente, foi um trabalho difícil, mas a recompensa foi melhor do que imaginava. – ele mordeu meu lábio de leve.
- Essa última aula prática me ensinou muitas coisas. 
- O quê? – ele indagou curioso.
- Que você sabe quase toda a verdade sobre as mulheres.
- Quase? Tem algo que não saiba?
- Sim. Você nunca saberá se meu orgasmo foi fingido ou não. Já o seu... – eu disse e lancei um olhar insinuante - É impossível não sentir.
- Esse é o grande trunfo de vocês, mulheres. Mas chegará um momento em que eu te conhecerei tanto que me enganar será impossível.
- Quanto a isso não será um problema, Joe. Com um homem como você na minha cama, todo prazer é completo, verdadeiro e devastador.
- Fala de novo.
- Devastador... – eu repeti, sussurrando contra sua boca. Selei nossos lábios, num beijo calmo, nada parecido com o que tinha acabado de acontecer. Joseph se separou devagar e ficou me olhando, até que começou a falar.
- Sabe, S.? Gostei das coisas que você disse sobre mim na TV. Principalmente quando disse que eu era lindo, gostoso e sedutor.
- Mas eu não disse nada disso. – eu olhei um pouco espantada para Joseph.
- Não precisa. Eu sei sua opinião sobre mim. – falou, cheio de si.
- É? Quem te contou? – eu arqueei as sobrancelhas.
- Você mesma, gemendo vários elogios ao meu ouvido há alguns minutos. – deu um beijo na base do meu pescoço - Disse até que me amava.
- Pensei que só falasse a verdade. Está inventando coisas, Joe? – sorri fraco para ele, envolvida nas carícias.
- Não, não. Deixa eu te contar mais uma coisa sobre as mulheres. Quando vocês estão em êxtase, entram num transe e falam coisas que nunca diriam sãs. Algumas até esquecem, como você nesse exato momento.
- Quer saber o que eu acho? Que você já me ensinou toda a teoria que eu precisava. Agora, eu só quero a prática.
- Estava pensando... Nós dois juntos formaríamos uma dupla de peso no The Ugly Truth. Daria muita audiência.
- E quem se importa com a audiência, Joseph?
- Você. É o seu trabalho.
- Não me importo com essas coisas. O importante é que você está aqui. E dessa vez, eu não o deixarei partir de novo.
- E você pensou que eu iria te largar logo agora que você se tornou minha por completo? – Joseph abriu um sorriso gigante e me envolveu com os seus braços fortes - Eu te amo, S..
Sorri, feliz ao ouvir aquela declaração.
- Eu também o amo, Joe. 


Fim.

Hello Gostaram dessa mini fic?! Eu amei postar ela aqui pra vocês.enfim comentem ta bjus.

14 comentários:

  1. Respostas
    1. Nem precisa dizer que está uma perfeição só né?
      precisa sim, esta MARAVILHOSO SUA DIVA.

      Posta logo, bj

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  2. Quero mais fic's com a Savanna

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  3. Amor segue o meu novo blog?
    É sobre Dean W. e Katherine P.
    http://amorquematajemi.blogspot.com.br

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  4. AMEI ESSA PERSONAGEM assim como a SELENE QUERO MAIS FICS COM ELAAS :))))

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  5. Hey,nova seguidora,adorando aqui! Tipo tem uma fic sua que eu amei muito me inspiro a fazer meu blog eu ainda nao tinha época o nome é Aprendendo a Respirar,queria te pedir permissão pra poder posta ela no blog,Sera que eu posso? Desde ja Obrigada linda! Ah e posta logo

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